Sou paulistana, jornalista, designer, artista e ainda não sou uma mulher balzaquiana – mas estou quase lá. Gosto de um pouco de muita coisa e busco um pouco mais de muitas outras. Sou louca por café. Minha vida é alimentada por livros, cinema, teatro, shows, exposições, longas caminhadas, fotografias e, claro, fazer muita arte por aí.
Minha religião é a energia. Minha essência é a liberdade. Um verbo: fazer. Outro: viver.
Nesta mostra, apresento texturas, fragmentos, espessuras, linhas e registros. Sinais gráficos que representam a vida significada na fauna, na flora ou em nós, humanos.