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Piola

Projeto Identidade Artista

Vários artistas

Cle Beda, Danielle Jacob, E. Victorello, Vieira, Nancy R M Carpy, Paula Batista, Paulo Lara, Rafael Murió, Rogério S. Jaeger, Sandra Freitas, Simon Abuhab, Vera Homsi, Veronica Azevedo, Sigalith Koren, Paulo Byron, Solanger Pashoalino, VPadin.
Piola Higienópolis e Cia. Arte Cultura apresentam a exposição dos artistas do Projeto Identidade Artista.
Compõem a mostra trabalhos de diversas linguagens e temas de artistas com excelente qualidade técnica.
Quantidade de obras: 28 peças
Curador da exposição: Paco de Assis
O QUE É O PROJETO IDENTIDADE ARTISTA
O PIA é um trabalho desenvolvido pela Cia. Arte Cultura que busca:
• Inserir trabalhos de artistas em diversos nichos de mercado: prefeituras, construtoras, arquitetura, espaços culturais, galerias de arte, empresas e clientes finais.
• Divulgar a identidade dos artistas por intermédio de e-mail marketing, mala direta e visitas.
• Contatar constantemente novos espaços para exposição.
• Formatar projetos coletivos e individuais a partir do interesse do(s) artista(s).
• Medir bimestralmente os resultados.
OS ARTISTAS
Cle Beda
Segundo Oscar D´ambrosio:
Momento de emoção
Cartier Bresson é um paradigma na história da fotografia contemporânea não só pelo seu diferenciado trabalho plástico, mas pelo conceito de “momento decisivo”, ou seja, a capacidade de criar um momento relevante por meio da máquina, numa busca entre a sensibilidade artística e o potencial técnico.
Existe em Cle Beda a preocupação de captar um outro momento: o de gerar uma emoção no observador. Isso ocorre pela sua sabedoria de congelar um instante geralmente marcado por uma espécie pessoal de poesia. Sapatilhas de balé ou sapatos de salto alto pendurados no espaço são exemplos do olhar atento ao inusitado.
Danielle Jacob
Segundo Oscar D´ambrosio
A inquietação de criar é uma marca registrada do trabalho da artista plástica Danielle Jacob. Isso lhe permite desenvolver diversas séries, muitas vezes gerando uma saudável contaminação de uma para outra, construindo um processo marcado pela busca constante de soluções visuais para seu turbilhão de idéias.
Suas obras mais recentes apresentam características que já integram pesquisas em desenvolvimento. Elementos geométricos, como faixas retangulares horizontais e verticais, manchas abstratas, texturas, feitas com diversos elementos, como areia e papel, e colagens de jornais e tecidos integram esse universo.
A marca pessoal do artista, porém, está na presença de "homenzinhos", realizados com estrema delicadeza, com o traço distintivo de quem tem no desenho o seu berço artístico. Eles dão a cada obra uma intensa vida e indicam como a arte pode ser sempre pessoal quando desenvolvida com seriedade e empenho constante.
A força de Danielle Jacob é visível na maneira de controlar o acaso das manchas e no lidar com suas telas em branco e preto. Existe no resultado um encantamento que dá à impressão de simplicidade na feitura. O que ocorre é o contrário: gerar a idéia de que o trabalho foi feito com facilidade é o desafio mais difícil.
Sigalith Koren
Segundo o crítico Oscar D´Ambrosio:
"Dizem que todo artista tem um mistério. No caso de Sigalith, sua pintura oferece uma plêiade de interpretações a partir das visões de mundo que seus quadros propiciam. Ao se ver as suas flores, ingenuamente pode-se pensar que esse é o seu tema. Ledo engano. Há ali o desenvolvimento de um assunto em várias dimensões.
Por um lado, está a pesquisa relacionada aos Florais de Bach e os seus elos com os doze signos do zodíaco. "Por outro – o que é muito mais importante –, há um trabalho de pintura diferenciado, baseado numa longa pesquisa e intenso aprendizado no uso de diversas técnicas e cores."
E. Victorello
Segundo Oscar D´ambrosio:
Apaixonado pela aviação desde a infância, o artista E. Victorello decidiu se especializar no tema, tendo como diferencial a produção de obras sobre aeronaves civis e militares produzidas no Brasil, que apresenta uma indústria aeronáutica de crescente importância.
Nancy R M Carpy
Segundo o crítico Oscar D’ Ambrosio:
A música interior
A fascinação pela cor é uma marca essencial do trabalho plástico de Nancy R. M. Carpi. Nascida em Sorocaba e radicada em Itu, SP, ela transporta para as suas criações uma música interior que se faz presente na forma como trata os diversos assuntos que enfoca.
Seus trabalhos mais recentes, voltados para a mágica das aves brasileiras, como tucanos e araras, extrapolam a mera representação realista. Existe neles toda uma discussão visual que passa pela expressividade do olhar e pelo sentido de composição de cada obra.
Um diferencial da artista é deixar que cada pintura seja completada pela imaginação do observador. Isso se verifica, por exemplo, em séries como a sacro-contemporânea, que toma igrejas de Itu como ponto de partida, ou em retratos, onde o desafio principal é captar a alma por meio da tinta.
Nancy R. M. Carpi utiliza técnicas variadas, que incluem o pastel seco e a aquarela, entre outras, e se vale delas para construir uma obra em que há elementos de grande interesse, como visões do alto dos próprios pés, evidência estética de que ela possui um amplo domínio de sua arte em busca da própria música interior.
Paula Batista
Segundo Oscar D´ambrosio:
A delicadeza feminina
A figuração de formas femininas é o ponto de partida da arte da pintora Paula Batista. Seus rostos, retirados de esculturas gregas ou de fotografias, marcam o início de um processo de desconstrução da imagem marcada pela introdução de sutilezas pictóricas na busca pela leveza do resultado final.
Seja com o uso mais marcado da cor ou por trabalhos em que tons menos acentuados predominam, evidencia-se a valorização do encanto feminino. Os rostos retratados, geralmente de olhos fechados, contribuem para instaurar um clima de mistério em que a atmosfera estabelecida é mais importante que os detalhes de anatomia.
Paulo Lara
Segundo Oscar D´ambrosio:
Com um conjunto de influências que mistura elementos da Arquitetura e Propaganda a referências de movimentos como o Cubismo, Impressionismo e Pop Art, Paulo Lara encontrou sua própria maneira de fazer arte. Abusando de cores não habituais e de um desenho que segue o padrão contrário ao dos outros desenhistas, o artista plástico criou o 3D Pop, um estilo que transmite sensações de profundidade e dimensão e segue a tendência ‘figurativo contemporâneo’. “Muitas pessoas comentam que têm a impressão de que podem pegar os objetos presentes na cena, exatamente porque eu exploro muito a volumetria em meus trabalhos”, explica o artista.
Paulo Byron
Segundo Oscar D´ambrosio
A arte sobre papel enfrenta preconceito de parte do público e de alguns galeristas. O fato comprovado é que fazer uso de bons materiais adequadamente preservados garante a sua duração. Isso sem contar que os efeitos que podem ser conseguidos por um bom desenho com nanquim ou pastel, por exemplo, são modelares.
Paulo Byron desenvolve seu trabalho em diversas linhas temáticas, nas quais se vale do papel para realizar uma interpretação do mundo na qual  o poder de observação e o estudo dos mestres do passado, como Leonardo da Vinci ou Michelangelo, se faz sempre presente.
Rafael Murió
Segundo Oscar D´ambrosio:
A prática da arte de pintar naturezas-mortas constitui um dos mais ricos exercícios plásticos que se conhece. Trata-se do momento em que o artista se debruça sobre seu domínio da composição, forma e cor para, a partir de uma realidade, seja ela composta por flores, vasos ou frutas, mostrar o que pode fazer.
A prática contínua traz uma série de efeitos, principalmente no que diz respeito ao desenvolvimento de um estilo próprio. Para encontrar a sua forma de expressão o saber ver torna-se um requisito cada vez mais importante. É o ponto de partida para estabelecer uma linguagem.
Esse conhecimento, no caso de Rafel Murió se dá muito pela cor. É nas variadas relações entre flores, vasos, fundos e mesas que a sua poética cresce, em boa parte pela pesquisa desenvolvida em termos do uso de tonalidades vivas que ressaltam as figuras retratadas.
Rafael Murió tem a natureza-morta como a matriz da poética de seu pensamento. Os elementos  constitutivos de seus quadros são apresentados de modo a transmitir alegria e vontade de viver, mas são, acima de tudo, o que ele pode oferecer de melhor graças a sua trajetória de pesquisa.
Rogério S. Jaeger
Segundo Oscar D´ambrosio:
O lidar com a não-figuração demanda amadurecimento e pesquisa. Não se trata de variações sobre o mesmo tema, mas de encontrar uma linguagem e levá-la até o extremo, num processo de verticalização técnica e emocional com a linha de pensamento adotada.
Rogério S. Jaeger, com a sua série Janelas da imaginação, consegue um intenso efeito pelo uso da tinta acrílica em camadas e pela utilização do dourado, que contribui para dar à obra um ar alquímico e espiritual. Os quadrados que surgem na faixa central da tela ganham em força à medida que se diluem no espaço.
Solanger Paschoalino
Segundo Oscar D´ambrosio:
A geologia do ser
A geologia é a ciência que estuda a composição, estrutura, propriedades físicas, história e os processos que dão forma ao planeta Terra. Analogamente, a artista plástica Solanger Paschoalino se debruça sobre as emoções que estão no interior de cada ser, erguendo personalidades visuais.
Seus trabalhos mais recentes, ao dar vazão à presença de manchas de tinta, algo já utilizado em obras anteriores,  traduz uma percepção de estar no mundo. Não há nesse processo descontrole. Se o acaso se evidencia por um lado; por outro, permanece o sentido de que há na criação estética muito domínio para atingir o que se almeja.
Existe uma tendência cada vez maior de dizer o máximo com o mínimo de recursos possíveis. Isso significa levar para a tela um número menor e selecionado de elementos, que serão integrados de diversas maneiras para constituir um todo harmonioso e que se comunique com o público.
A dialética cor/composição é que mobiliza Solanger Paschoalino. Há a preocupação explícita de levar sinceridade e verdade em cada tela e, para que isso se efetive, ocorre a necessidade de conectar o conhecimento de materiais ao senso de atenção e à inquietação perene de gerar emotividade no observador.
Sandra Freitas
Segundo Oscar D´ambrosio:
A força da imagem
Vivemos em um mundo cada vez mais dominado pela imagem. Não é por acaso que artes visuais, como a fotografia, acabam ganhando cada vez mais espaço e é comum ver os jovens fotografando a si mesmos num exercício narcísico. Nesse universo, a pintura figurativa é motivada a se reinventar.
Sandra Freitas insere sua pesquisa nessa discussão ao trabalhar a tensão entre a energia que emana de suas obras e a atmosfera suave de suas representações.
VPadin
Segundo o crítico Oscar D’ Ambrosio:
A artista plástica Viviane Padin tem como marca registrada uma devoção pelas curvas e pela art nouveau. Isso significa uma proporcional devoção pela maneira de construir imagens nas quais o primeiro plano, geralmente uma figura reconhecível, assim como os fundos, com padronagens por ela criadas, dialogam entre si.
Vieira
Segundo Oscar D´ambrosio:
A importância do traço
Um dos atributos de um artista plástico é saber identificar a sua principal habilidade e trabalhar no sentido de desenvolvê-la como uma marca registrada, um elemento diferenciador para o público e a crítica. Ampliar esse talento por meio do estudo e do aperfeiçoamento técnico é um desafio e uma missão.
José Vieira Junior tem no desenho sua origem como criador. A questão essencial é verificar o direcionamento dessa qualidade. Múltiplas possibilidades se apresentam para seu significativo traço. Um dos caminhos mais ricos é a exploração de suas memórias de infância em Vera Cruz, cidade paulista próxima a Marília.
Suas vertentes comportam ainda pinturas de cenas de bar e outras bem concretizadas de carros estilizados, com algumas deformações e riqueza de cores. Há ainda os caminhões em tons menos vibrantes e telas verticais. São composições que se distinguem pela utilização de um sutil humor que gera rápida empatia.
As obras mais vinculadas ao desenho arquitetônico, com paisagens urbanas em preto e branco com algum detalhe em cor formam conjuntos significativos em que o traço de Vieira ganha relevância como uma direção que pode lhe dar destaque no cenário competitivo das artes plásticas.
Simon Abuhab
Segundo Oscar D´ambrosio:
O artista plástico Simon Abuhab começou a sua trajetória, na década de 1980, no  grupo denominado Orelha de Van Gogh, que incluía também Francisco Cimino, Rubens Parada Quiroga, Esmeralda Buainain, Milton Pereira e Gilberto Macrina. De lá para cá, seu trabalho foi amadurecendo.
Manteve, porém, uma característica primordial: o visceral. O artista acredita naquilo que pinta e o faz de uma maneira expressiva. Solta a mão sobre a tela e constrói, em acrílica sobre tela, a sua interpretação do mundo, que inclui uma expressiva visão fantástica.
O ato de pintar ganha então muita força, principalmente quando se trata de dar aos rostos humanos o espaço do suporte. Eles surgem de maneira levemente fragmentada, destruída e diluída, quase como ectoplasmas que se desmancham e  sugerem uma misteriosa familiaridade fantasmagórica.
Simon Abuhab não demonstra receio de colocar em imagens aquilo que sente, vê ou pensa. Por isso, suas telas comportam uma liberdade gestual que conquista rapidamente. Não existe a preocupação de ser comedido ou politicamente correto, mas de ser sincero, acima de tudo, com si mesmo. Daí a força que cada trabalho comporta.
Vera Homsi
Segundo Oscar D´ambrosio:
A escultora Vera Homsi desenvolve, em seu trabalho plástico, geralmente em resina e bronze ou alumínio, um pensamento marcado pos construções em que a figura feminina surge de diversas maneiras, embora seus trabalhos mais significativos ressaltem, independentemente da forma humana, estados de alma.
Verônica Azevedo
Segundo Oscar D´ambrosio:
Verônica tem uma longa trajetória de atividade, em seu atelier como artista plástica e docente em faculdades de Arte. Sua preocupação com as relações do homem com a Natureza sempre esteve presente em seu trabalho, em várias exposições individuais com temas que celebram a vida.

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